O dia a dia
O sorteio dos times e o rodízio de posição
O que o sistema decide sozinho quando o time fecha — e por que ele decide assim.
Atualizado em 11 de setembro de 2026
Quando o último titular entra, o sorteio roda na hora e a partida fecha. Ele não é um embaralhamento: antes de montar os times, o sistema lê o histórico do clube — quantas vezes cada um ficou em cada posição nas últimas partidas encerradas.

O que pesa na conta
- Quantas vezes o jogador ficou naquela posição nas últimas partidas — a janela é do clube, de 1 a 20 partidas.
- As posições preferidas dele, na ordem que ele escolheu (1, 2 e 3).
- A formação congelada na partida: quantos de cada posição entram por time.
- Um pouco de sorte, de propósito: a mesma lista de jogadores não gera a mesma escalação duas vezes.
A regra dura
Ninguém pega a posição de rodízio três vezes seguidas. Não é "custo alto", é proibido: o sorteio não produz essa escalação. Quando não existe solução possível — o clube só tem um goleiro disponível, por exemplo —, ele refaz sem a regra e avisa na tela que o rodízio foi forçado, em vez de falhar e deixar o clube sem time.
Sortear de novo?
O sorteio roda uma vez por partida. Um segundo sorteio mudaria o time de quem já viu a escalação no celular e combinou a carona — por isso o sistema recusa. O que o admin pode fazer é trocar jogador por jogador, com o time já fechado.
Perguntas frequentes
- O sorteio equilibra os times por nível técnico?
- Não. O critério é a justiça do rodízio, não a força dos times. Nota de habilidade viraria ranking público do grupo, e é o tipo de coisa que faz gente sair da pelada.
- E se a modalidade não tiver posições?
- Aí o sorteio só divide os jogadores entre os times. É o caso do tênis, e de qualquer modalidade em que o clube desmarcou "Tem posições".
- Quem escolhe a janela do histórico?
- O administrador do clube, em Configurações — de 1 a 20 partidas, com 5 como padrão. Mudar vale do próximo sorteio em diante: escalação gravada é o que aconteceu.